Pontos interessantes ao elaborar uma reportagem multimídia

Pontos importantes para uma boa reportagem multimídia:

– Conhecer o público-alvo
– Tirar proveitos das matérias multimídias
– Saber aproveitar os recursos como, vídeo, áudio, fotos, gráficos
– Saber capturar uma emoção através de um áudio ou vídeo
– Facilitar o entendimento do leitor através dos gráficos
– Captar falas interessantes e aproveitar o som ambiente
– etc

Dicas para melhorar seu texto online:

– O texto deve ser claro e objetivo
– Conhecer o seu público-alvo
– Evitar a voz passiva
– Evitar frases longas e complicadas
– Uma reportagem não deve ser muito longa para evitar o cansaço do leitor
– Ter uma boa manchete para atrair o leitor
– Não escrever manchetes duvidosas, pois, assim o leitor pede o interesse pelo texto
– Os subtítulos servem como “pontos de entrada”, também ajudam a quebrar o texto em partes gerenciáveis
– Pontos e listas são usados para realçar algum item importante de uma reportagem

Jornalismo nas redes sociais

Listarei abaixo algumas dicas do livro “Um guia prático sobre social media optimization” que mais me chamaram atenção:
– facilitar o compartilhamento (Não somente o conteúdo a ser compartilhado tem que ser bom, mas o ato de compartilhar tem que estar facilmente acessível para o leitor)

– Importância do SMO para marcar e empresas: Levar o usuário a clicar no link do concorrente, pode também dar a impressão de que o meu conteúdo está mais completo

– Pode usar hashtags no Twitter, desde que seja com moderação. O ato pode classificar seu post ou pode servir de complemento da mensagem.

Ao meu ver, as principais dicas necessárias para o jornalismo nas redes sociais são:
– Um jornalista de redes sociais deve ter um perfil dinâmico. Ter facilidade para se relacionar com as pessoas de diferentes grupos, sempre sendo gentil e paciente.

– Ser imparcial caso haja uma discussão entre usuários na rede. Deve-se lembrar de que ali também é um espaço aberto.

– Esclarecer situação em que o público erra é permitido, mas nunca rebater ofensas e/ou acusações.

Você costuma ler blogs de jornalistas? Quais? Como o blog jornalístico pode se destacar como diferencial ou, noutra perspectiva, como ferramenta integrada a outras redes como twitter e facebook?

Costumo ler blog de jornalistas Cearenses, como o blog do Eliomar, e o Politica com K, da jornalista Kézia Diniz. O diferencial do blog do Eliomar, que se destaca dentre outros, é a diversidade de recursos que ele utiliza nas postagens. Ele não se restringe somente à textos, seu blog tem vídeos, entrevistas e fotos, e também disponibiliza a opção Cutir do Facebook, e a Tweetar, do Twitter. O nível de interatividade também conta bastante na qualidade do blog, e com o crescimento das redes sociais ele não acabou. E, hoje, é possível interagir os blogs com as redes sociais e garantir um blog com excelente conteúdo e interatividade.

Segundo Liz Heron, quais os principais desafios e equívocos na atuação dos jornalistas em redes sociais e na internet?

Os principais desafios dos jornalistas em redes sociais e internet, pode-se dizer, que é observar os assuntos que os leitores estão falando no momento, pois, muitas vezes, o assunto pode ser de extrema importância e mereça uma cobertura. Esta é uma das maiores dificuldades, o esforço feito durante o trabalho devido ao excesso de informação. Alguns jornalistas pensam equivocadamente que redes sociais não são importantes. Quando o jornalista pensa desta forma, ele não compreendeu totalmente a função das mídias sociais e sua capacidade de alcançar novos públicos, e, talvez uma das principais, encontrar novas fontes.

Facebook & Twitter

O Facebook e o Twitter são exemplos de redes sociais que auxiliam e dão notoriedade ao jornalista como pessoa e até mesmo o seu trabalho. Nelas pode-se interagir diretamente com o público em tempo real. 

No Facebook, por exemplo, podemos encontrar fontes de consulta e nos manter informados pelas postagens de outros usuários. Tudo é uma fonte de informação para o jornalista. Hoje, ter uma conta no Facebook não se limita somente à pessoas físicas, pois, empresas, políticos, veículos de comunicação, utilizam a rede social para destacar seu trabalho. O jornalista, então, se apropria dessas fontes para apurar.

A ferramenta também permite que o usuário siga perfis sem precisar adicionar ao seu círculo de amigos da rede. Ter uma certa quantidade de seguidores permite que se meça a notoriedade do perfil. Permite criar grupos e debater uma mesma ideia.

O Twitter é conhecido por ser uma rede social limitada, as postagens devem ter, no mínimo, 140 caracteres. É também uma rede social imediata onde o jornalista pode se informar sobre algo com muita rapidez. É possível retuitar uma postagens que você tenha considerado importante e mostrar seu ponto de vista através de outras postagens.  Também é uma ótima ferramenta pra transmitir fatos em tempo real.

Perfil do professor e pesquisador, André Lemos

ANDRÉ LUIZ MARTINS LEMOS

André é atualmente Professor Associado do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Faculdade de Comunicação da UFBA e Pesquisador. É pesquisador e atua na área de comunicação e sociologia, com ênfase em cultura digital ou cibercultura.

Além de 13 livros publicados/organizados, tem dezenas de artigos em revistas de qualidade nas áreas de comunicação e sociologia, nacionais e internacionais. As principais obras são: “Cibercidade. As cidades na cibercultura”, “Olhares sobre a cibercultura” e “Cibercultura: Tecnologia e vida social na cultura contemporânea”. Todas estas obras tratam de fenômenos comunicacionais ligados à cultura digital.

O pesquisador utiliza um twitter: https://twitter.com/andrelemos
Um blog: http://andrelemos.info/

A “internet das coisas” reúne diversas tecnologias e cada objeto se apropria de um endereço próprio para se comunicar com as pessoas. Por exemplo, geladeiras que avisam quando a água acaba, ou até mesmo compra o produto por você quando este acaba.

Neste link, podemos ver uma entrevista de André Lemos à Magnet, onde ele fala sobre a realidade da cibercultura no país, o mercado de trabalho e o campo de estudo.

Aqui podemos ver algumas de suas principais publicações.

 

Público da terceira idade adere cada vez mais a programações culturais

Em uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2010, foi possível comprovar que o número de idosos no Brasil passou de 8,5 para 10,8% entre os anos 2000 até 2010. Pensando nisso, foram criados programas culturais e artísticos para que esse público encare o envelhecimento de forma saudável, ativa e independente. Atualmente, no Brasil há um grande número de implementações de programas de saúde mental, emocional, social e física.

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Em Fortaleza, mais especificamente, há uma grande diversidade de programas estratégicos criados para melhorar a qualidade de vida da terceira idade. Hoje, vários locais públicos e privados destinam sua área para a difusão cultural. O mercado dos pinhões, por exemplo, abre suas portas para a música todas as sextas e domingos quando acontece o Chorinho no Mercado e o Forró pé-de-serra, respectivamente.

No Sesc da unidade Fortaleza, na Rua Clarindo de Queirós, as noites de sexta-feira são dedicadas ao chorinho e a feira de artesanatos. Há também um outro projeto da mesma empresa, chamado Cidadania Ativa, que visa estimular os idosos para que eles consigam identificar os problemas da população idosa e trabalhem juntos para buscarem formas de solucionar esses problemas. O projeto há 240 idosos acima de 60 anos.

Além desses programas em locais específicos de Fortaleza, alguns mediadores comunitários trabalham em parceria com a Prefeitura para garantir a ampla difusão cultural para a população idosa. A exemplo disso, o líder comunitário, Kiko Pires, trabalha no bairro Monte Castelo auxiliado por essa parceria, e criou eventos como, carnavais de rua, festas juninas, etc.

Nesses lugares, é possível ver um número de idosos mais significativo que o número de jovens e adultos. Qual será o motivo que os leva a incorporar nesses programas? Rossicléia Bezerra, 75 anos, frequenta o Mercado dos Pinhões às sextas e domingos, e garante que, além de se divertir com as pessoas, exercita o corpo. “Aqui é o lugar perfeito, tem músicas e pessoas da minha geração, e ainda faço o que os jovens de hoje não costumam fazer: dançar bastante”.

Já Sansi Oliveira, 87 anos, não perde às programações musicais do Sesc e se explica por que sempre está lá. “É uma forma que procuro pra me divertir e sair do sofá de casa. Já que não trabalho e meus filhos já estão criados, procuro também viver a minha vida da melhor forma”. Já o projeto cidadania ativa do Sesc, que atua em 5 comunidades distintas, a própria empresa informa que seu objetivo ao criar o projeto é “resgatar e valorizar o papel social do idoso, seus saberes, experiências e vivências através de ações que o aproximem de espaços socialmente produtivos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população idosa nas comunidades.”.

O mediador comunitário Kiko Pires, criou o bloco de carnaval de rua “Maria da Legião” e convidou a Senhora Maria Jucileide, 72 anos, para desfilar pelas ruas do bairro e afirma que se sente satisfeito em trabalhar com ela. “Criei um bloco com o nome dela porque sei que ela gosta desses programas e se compromete com o que faz. Além de se divertir, a Maria não esconde a sua simpatia e ainda dá entrevista à imprensa (Risos)”.

E para concluir, Maria Jucileide enfatiza o motivo por qual troca o sofá da sua casa para desfilar e frequentar os programas culturais destinados ao seu público. “É nesse momento que posso mostrar às pessoas que ainda sou capaz de dançar, desfilar e encenar. Aproveito essas oportunidades para mostrar que ainda sou cheia de vida e disposição”.

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Serviço:
– Sesc Fortaleza – R. Clarindo de Queiroz, 1740 – Centro
– Mercado dos Pinhões: Praça Visconde de Pelotas, entre as ruas Gonçalves Ledo e Nogueira Acioli.

Programa de Cidadania Ativa – Endereço das instituições participantes

-Aliança Comunitária do Parque Santa Cecília
Rua Manoel Galdino, 2387 – Bom Jardim

Ação Social da Paróquia da Piedade
Rua Joaquim Torres, 185 – Joaquim Távora

-Associação do Mucuripe Oscar Verçosa (AIMOV)
Rua Flórida, 159 – Papicu

-Associação Beneficente Cultural e Recreativa de Ipanema
Rua Monsenhor Hipólito Brasil, 1367 – Henrique Jorge

-Projeto Reintegração Social e Cultural Espaço Livre (PRESCEL)
Rua Amaro Cavalcante, 184 – Monte Castelo

Confira mapa abaixo:
https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=zYkt0jNAuI1I.kPAsNYlwUoAI

Modelo de pauta segundo Edvaldo Pereira

1- Quero redigir uma matéria dentro do tema lazer/terceira idade, porque quero mostrar os programas culturais voltados para esse público e seus freqüentadores.

 

2- Estou me baseando nos locais que promovem esses eventos culturais, e nos líderes comunitários de bairros que organizam os programas. Percebi que em certos locais, há um público idoso bem maior que o público jovem. Eu já conhecia alguns desses locais, pois minha vó é frequentadora. Durante essas festas os idosos se mostram entusiasmados e dançam bastante.

 

3- Eu tenho curiosidade em saber o que leva esses idosos a deixarem de lado o sofá de casa para dançar forró, chorinho e etc. Há quanto tempo que eles frequentam os locais – eu quase sempre vejo as mesmas pessoas, todos os fins de semana -. E por parte dos organizadores, o que eles buscavam quando inventaram esses programas culturais específicos.

 

4- Se minha matéria fosse começar por uma pergunta, eu perguntaria: “Se você fosse idoso(a), você trocaria seus dias de descanso para passar a noite em uma festa?”

 

5- Primeiramente, os próprios frequentadores seriam a melhor fonte. Nada melhor do que entrevistá-los para saber o ponto de vista de quem se desloca até essas casas de forró. Outra fonte seria os organizadores, pra saber como eles pensaram nisso, quem sustenta os eventos – alguns deles não cobram taxa para entrar – , e quantas pessoas em média ocupam o local.

 

6- O que tem de mais “especial” é a disposição do público da terceira idade em participar dos programas culturais, como, dançar forró e chorinho, desfilar nos blocos de carnavais e percorrer uma longa avenida sem cansar, etc.. Rsrs

 

* Pretendo fazer uma rota do carnaval de rua do Bloco que minha vó desfila. Fazer fotos desses lugares, (Mercado dos Pinhões, chorinho do Sesc, etc), fazer uma linha do tempo de todos os eventos culturais de bairro que ela se apresentou, gravar um vídeo com depoimento do líder comunitário que organiza o bloco de rua, e, um vídeo desses idosos nesses locais, pra ver a rotina de cada lugar.

Galeria

Difusão de programas culturais para a terceira idade

 

Pensei neste tema para minha pauta porque minha vó é frequentadora assídua desses tipos de programas. Eu acompanho ela em quase tudo que ela faz, e, particularmente, acho impressionante essas atividades oferecidas para terceira idade.

Meu Objetivo é mostrar os principais locais de Fortaleza frequentados pela terceira idade, realizar uma entrevista com esses idosos pra saber o que lhes atrai nos programas culturais. E, mostrar também, a diversidade de atividades como, forró, chorinho, criação de produtos artesanais e etc. Entrevistar os organizadores desses programas pra saber como surgiu a ideia e o que foi pensado para produzir tal programa cultural. Fazer um ensaio fotográfico nesses locais e gravar um vídeo, são os recursos que utilizarei, a princípio, para mostrar como se portam esses idosos em cada atividade.

Separei aqui neste post algumas fotos pra vocês conhecerem de perto essas atividades.

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As peculiaridades do Mercado São Sebastião

O primeiro estrutura do Mercado São Sebastião foi inaugurada no dia 18 de abril de 1987, no local onde hoje estão o Palácio do Comércio, a praça Valdemar Falcão e o Banco do Brasil, e era totalmente fabricado de ferro. Anos depois, a expansão do comércio obrigou que suas estruturas fossem reformadas, e em 1937, o mercado foi desmontado, dando origem à outros dois mercados: o dos Pinhões, na Praça Visconde de Pelotas, e o Mercado da Aerolândia que, hoje, encontra-se abandonado.

Em 1989, o mercado já estava reformado e segmentado. Novos blocos foram construídos, novos corredores e coberturas. Hoje, o Mercado possui um estacionamento e 3 pavimentos divididos em: subsolo, 1ª andar e 2º andar, localizado na Rua General Clarindo de Queiroz, 1745, no Centro da Cidade. Dentro podemos encontrar frutas, plásticos, descartáveis, embalagens, condimentos, temperos, castanhas, méis, raízes, plantas medicinais, produtos artesanais (palha, madeira e barro), artigos de vestuário, redes, panelas e utensílios domésticos, dentre outros.